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wpid-extra-extra-paper-2010-11-8-13-29.jpgSadly, average is over. We’re in the age of ‘extra’”, Thomas Friedman.

Há alguns meses, escrevi sobre o quanto uma empresa brasileira tem a ganhar fazendo um pouco mais que a média. Meu objetivo era apontar que, no Brasil, qualidade pode ser um forte diferencial competitivo frente a uma concorrência que, em média, é muito ruim.

Na semana passada, li este artigo (em inglês) do Thomas Friedman (o autor do livro “O Mundo é Plano”) que estende o conceito para os profissionais, competindo numa economia global, integrada e cada vez mais automatizada, como a que vivemos.

O que o Thomas Friedman defende é que o médio (serviços médios, produtos médios) acabou e estamos vivendo na era do extra, do acima da média.

Portanto, o extra vale para empresas, como vale para profissionais liberais e para qualquer funcionário de uma empresa: o garçom, a enfermeira, a “tia” da creche, a manicure, o lojista, o policial de trânsito, todos terão que descobrir o que é prestar seus serviços acima da média, o quê os diferencia, o quê os faz únicos.

Ainda do artigo do Thomas Friedman: “… and everyone has to figure out what extra they can add to their work to justify being paid more than a computer, a Chinese worker or a day laborer.

Alexandre Ribenboim.