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wpid-timesheet-zhtcvjxxdlfy.jpg(O post, a seguir, se refere a uma empresa, mas pode, muito bem, servir para um profissional autônomo ou para uma unidade de negócios que presta serviços.)

Uma empresa de serviços precisa controlar o uso das horas dos seus profissionais ligados à produção, pois são essas horas que, no final das contas, são o produto da sua venda. Veja post anterior sobre este tema.

Para isto, a empresa deve instituir, com todos os profissionais diretamente ligados à produção, uma prática de registrar todas as horas utilizadas nos diversos projetos.

Cada hora do dia deve ser registrada, sem exceção. Inclusive as horas dos diretores ou donos do negócio. (É sabido que os donos/diretores são os primeiros a não registrar suas horas, furando completamente o esquema e destruindo o interesse dos demais funcionários em manter o registro diário. Mas isto é assunto para outro post).

A ferramenta para registro de horas leva o nome, em inglês, de “timesheet”. Um “timesheet” pode ser uma tabela simples, contendo: nome do cliente, nome do projeto, nome do profissional, número de horas usadas e qual a atividade ou tarefa foi executada.

Com o “timesheet” de cada profissional envolvido, o gerente do projeto pode consolidar os esforços de todos em um relatório que indique o total de horas, o corte por tarefas e a rentabilidade do projeto e do cliente.

O histórico de projetos, controlados por “timesheets”, acumulado ao longo do tempo leva a empresa a acertar mais nos orçamentos de novos serviços e, com isto, garantir suas margens por projeto e, ainda, aumentar a margem total do negócio.

No próximo post vou apresentar uma ferramenta para ajudar a sua empresa a controlar seu estoque de horas.

Alexandre Ribenboim.