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“Informação é uma commodity… não é uma ideia.”, John Hunt.

O segundo serviço cloud que vou descrever é o Evernote (o primeiro foi o MailChimp, neste post).

O Evernote se propõe a ser o “bloco de notas da sua vida”. Da vida inteira, para ser exato.

A ideia é a seguinte: O Evernote é um banco de notas. Uma nota é um texto livre, com seu título e algumas palavras-chave (tags) que identificam o assunto, o conteúdo, da nota. As notas podem, ainda, ser organizadas em diversos blocos de notas, por exemplo: Pessoal, Profissional, Educação, Saúde, Cultura, Livros, Viagens, etc.

Tanto as tags quanto os blocos de notas servem para facilitar a busca das notas. Quando você tiver centenas de notas armazenadas por lá (afinal, se é para a vida toda, você vai acabar acumulando muitas anotações mesmo) você vai ficar feliz por ter utilizado bem as tags e os blocos de notas para encontrar o que procura.

Uma nota pode ainda conter uma imagem, um vídeo, um gravação em áudio ou uma página web cujo conteúdo você deseja guardar pra sempre (afinal, na web tudo é passageiro: está lá hoje, mas amanhã não se sabe).

Mas onde o Evernote é diferente de um sistema convencional de bloco de notas? Por ser um aplicativo na nuvem, ele mantém sincronizadas as notas que você for colhendo no caminho, seja no seu computador de casa, do trabalho ou no smartphone. Pra sempre, onde quer que você esteja, aquela informação que você precisa estará lá.

Eu uso o Evernote para minhas anotações de trabalho e pessoais. Muitas vezes escrevo as notas, outras fotografo (com a câmera do celular) algo que acho interessante, como um anúncio ou um produto, e acrescento meus comentários, uma ideia ou o contexto. Outras vezes fotografo o quadro branco (ou o guardanapo da mesa do bar) onde algo foi desenvolvido, criado, após uma reunião.

O Evernote vai evoluir para se tornar uma plataforma de armazenamento de informações não estruturadas (notas escritas livremente são, essencialmente, dados não estruturados) para as pequenas organizações. Uma espécie de biblioteca de anotações, ideias, pensamentos, atas, referências e outras informações que a empresa deseja guardar de forma livre para consulta posterior.

Usar o Evernote custa US$ 45 por ano, mas há uma versão gratuita, com propagandas e limites de volume de dados transferidos para a nuvem.

Alexandre Ribenboim.

PS: O crescimento da base de usuários do Evernote é impressionante, veja o gráfico a seguir. Mais informações aqui.

Observação: não estou sendo pago pelo Evernote para publicar este post. Contudo, sou grato pelo serviço gratuito que eles oferecem, assim como qualquer um pode ser também.