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um_olhar_estrategicoA palavra estratégia anda desgastada, pois tem sido usada de maneira exagerada, por acadêmicos, consultores, palestrantes e seus meios de divulgação. Aposto que estratégia é uma das palavras que mais aparecem nas lombadas dos livros de negócios de qualquer boa livraria. Vale conferir!

Então, para começar, vamos voltar às bases. Vamos limpar o significado de estratégia. Para isto, vamos consultar o dicionário, no caso, o Aurélio: (os grifos são meus)

Estratégia – 1. Arte militar de planejar e executar movimentos e operações de tropas, navios e/ou aviões, visando alcançar ou manter posições relativas e potenciais bélicos favoráveis a futuras ações táticas sobre determinados objetivos. 2. Arte militar de escolher onde, quando e com que travar um combate ou uma batalha. 3. Arte de aplicar os meios disponíveis com vista à consecução de objetivos específicos. 4. Arte de explorar condições favoráveis com o fim de alcançar objetivos específicos.

Interessante a conotação militar, bélica, que a palavra tem. Podemos aproveitar isto, pois tocar uma empresa adiante pode parecer uma guerra, não? Você dispõe de um campo de batalha (mercado), de um exército (seus funcionários), de armas (seus produtos, tecnologias), de aliados (seus parceiros), de outros recursos (capital, inteligência de mercado), posição (primeiro a entrar no mercado, marca reconhecida), etc.

Mas, voltando à estratégia, esta palavra quer dizer, antes de tudo, reconhecer / traçar objetivos (específicos – onde, quando e com o quê) e planejar na direção destes objetivos.

Estratégia não é a execução em si, a estratégia se faz (se desenha) numa sala de reuniões, estratégia se faz com a cabeça. Estratégia é lápis e papel. Já as táticas dão conta da execução, da ação e, são, consequência da estratégia.

Alexandre Ribenboim.