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premissasDurante a elaboração do estudo de viabilidade você vai encontrar diversos momentos em que é necessário estimar (“chutar”, no jargão popular) para incluir um valor de receita ou despesa. Por exemplo: como prever a demanda por um novo produto? Como saber exatamente quanto vamos gastar com telefone, antes de abrir a empresa? Só “chutando” mesmo.

Claro que a estimativa pode ser mais ou menos elaborada. Se temos, por exemplo, informações sobre o crescimento de um concorrente, experiência com produtos semelhantes ou, ainda, dados de uma pesquisa de mercado, podemos ser mais precisos nos nossos chutes.

Seja como for, todo o estudo de viabilidade é, em maior ou menor escala, uma estimativa.

Sendo assim, é bem importante que você registre, no estudo de viabilidade, as razões, as premissas, que te levaram a definir um número e não outro.

Alexandre Ribenboim.

Observação: Estes posts não pretendem apresentar uma profunda descrição da parte financeira de um plano de negócios, mas sim, servir como um guia para os principais temas.